
Aos raios escaldosos do sol
Brotam pelo chão em terras não só agrestes
Não somente secas mas em si sertão
Um cenário branco acinzentado
Onde uma só devoção
É sentimento de esperança
É que garante a penúria
A única satisfação
Viril é qual mandacaru
Guarda força no coração
Quando penosas choram as nuvens
Trazendo água para o sertão
E assim nessa marcha triste segue o homem do sertão
voando qual o arribançã
dançando qual assum preto mas com a graça do azulão
Texto dos Professores: Aldemir Barbosa e Jamerson Buarque
Demir!
ResponderExcluirLembra que a primeira vez que esse poema virou música,estavamos sentados proximo a casa de Longuinho e nem sabia que vc escrevia,quando te mostrava uma melodia criada e vc me pedia para ficar repetindo sem se preocupar com nada.Quando vc entrou com esse poema e musicalizou e foi quando começou nossa jornada a novas inspirações.Agradeço por se permitir me acompanhar quando a cada oportunidade vc na generosidade conduz de acordo ao que escuta.Forte abraço.
velho irmão!
ResponderExcluirEssa música foi muito engraçada de fazer,pois estavamos eu,vc e Alcina na casa de Almeida para vc ensaiarem algumas músicas e vc não sabia nem que estilo colocar e foi então que tudo começa.Ela começou como estilo bossa nova e foi diretamente para o estilo das catigas e pé de serra.Ficou super legal e até Jamerson se supreendeu quando exposto o resultado,então digo essa foi mais uma conquista.
"...VocÊ é o meu fiel acervo desta memória...Um verdadeiro fà ...Graças e Deus tê-lo neste belo comtemplar de parcerias....
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