
O que inaugurares pelo menos no semblante do simbólico
Como te felicitar com um pensamento tão ilustrado
Por que perdes tempo no(des)ato de repensar
Tens tu medo do arrependimento do ilógico
Oh como serias glorioso se tu soubesse que famílias iluminadas de circundam
Que só dependem de tua prece para que tu releembres o quão te amam
E agora falas de medo pela irreverência
De pureza sem liberdade..grande novidade!!
De entrega com indulgência e de fé sem ciência
E brigas com a realidade em tua sociedade!
Texto Do Mestre Lua Aldemir Barbosa
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