Oh anjo amigo obrigado pelo dia da morte não sei se consigo morrer...desculpe!
Pois o fardo se acumulou por demais...confio que a consciência não me abandonará a sorte o que plasmei de morte,ora plasmo de paz
Deus,a natureza e a morte lúdico supremo de comunicação
Raios do sol equilibrio livrai-me desse sufoco
Quero falar com a natureza,conosco e ainda com Deus ato puro continua criaçao...
Texto do Ajunto Aberã Mestre Aldemir Barbosa
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